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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Os "gigantes" clubes do Rio de Janeiro e a Rádio Nacional(KHz 1130 Am)

Nos últimos meses de 2009, estou vendo o re-erguimento dos clubes cariocas como a volta do Vasco da Gama para a elite da série A no ano de 2010. A chance bastante positiva do Flamengo, conquistando talvez o hexa-campeonato brasileiro. O Fluminense, fazendo a sua parte para escapar da série B do campeonato Brasileiro no ano que vem e com GRANDES possibilidades de conquistar um título internacional, na Sul Americana, contra o "algoz" LDU(o Flu fôra derrotado nos pênaltes no ano passado, quando a enfrentou, pela final da Libertadores da América). E por fim, a volta do América à Elite do campeonato estadual, quem sabe assim, desperte um sentimento na diretoria rubra, um discernimento da volta do "gigante" e não com um sentimento diminuto, como ocorre com a diretoria do "meu" Bangu.

Achismos à parte, num passado-presente, com mais de 50 anos de existência, TODOS OS TIMES DO RIO DE JANEIRO, eram conhecidos e são conhecidos. Muitas pessoas do Norte/Nordeste/Centro-Oeste, torciam/torcem para Flamengo, Vasco, Botafogo, Fluminense, América, Bangu, Bonsucesso, Olaria ,São Cristóvão e Campo Grande, graças à Rádio Nacional(KHz 1130 am).

Com mais de 73 anos de existência, a emissora da Praça Mauá, tem um "peso" importantíssimo para o desenvolvimento da paixão clubística pelos times cariocas nos rincões mais distantes do Brasil. Bem antes da chegada da internet, graças aos satélites, uma pessoa do interior do Amapá, sintonizava pelas ondas curtas e médias, às transmissões esportivas, locutadas por Antônio Cordeiro(nome da cabine número 13 da emissora no Maracanã), Jorge Curi e Gagliano Neto(transmitira o primeiro FlaxFlu, um dia após a estréia da emissora, em 13 de setembro de 1936), na antiga PRE-8.



*Gagliano Netto foi o primeiro locutor a transmitir pela Rádio Nacional, um Fla x Flu,
um dia após a estréia da emissora da Praça Mauá em 13 de setembro de 1936.

O escritor capixaba, mas com alma carioca, Rubem Braga, dizia que, milhares de "tupiniquins", sintonizavam nas "ondas da Nacional", por meio de suas rádio-novelas, programas de auditório, musicais, noticiários e o esporte, a falar a linguagem da Rádio Nacional.



Graças ao programa mais antigo do rádio brasileiro, o No Mundo da Bola, apresentado atualmente às 23:30 horas, pelo radialista Carlos Borges, reforçou ainda mais o sentimento futebolístico carioca pelo povo brasileiro, como um concurso promovido no anos 40, pelo analgésico Melhoral("paitrocínio" do programa).O concurso pediu para que o ouvinte escolhesse o melhor jogador de futebol da época. O ganhador foi o Ademir Menezes, o popular "Queixada", do Vasco da Gama, recebendo portanto, um montante de 5.304.935 votos. Um recorde para os padrões da época. E esta "marca" que JAMAIS pode ser esquecida, se chama RÁDIO NACIONAL DO RIO DE JANEIRO(KHz 113o am).

Um abraço,

Isabela Guedes.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br

América e Artsul-A Rádio Nacional(KHz 1130 am) transmite

Oi rádio-nautas,

acabei de escutar na Rádio Nacional(KHz 1130 am), que a emissora da Praça Mauá número 7, transmitirá amanhã, dia 25 de novembro de 2009, a partir das 20 horas, diretamente do estádio Giulitte Coutinho, em Édson Passos, o "certame" entre o Mecão e o Artsul, válida pela penúltima rodada da segunda divisão do Estadual 2009. Esta partida valerá o título para o América, já que o "rubro da Rua Campos Salles", está novamente na série A do campeonato carioca em 2010.

Esta partida, terá uma participação especialíssima: o Romário, ou melhor, "Reimário" ou "Riomário", estará jogando uma partida ventindo o "manto sagrado" "vermelho, sangue", realizando a uma promessa ao pai Edevair, um "rubro" fanático, que queria ver em vida, o "rebento" famoso, jogar pelo "Sangue".

É com muito pesar, que eu me lembre muito bem de um fato: no milésimo gol, do craque-artilheiro no tetracampeonato mundial, quando este jogava no Vasco da Gama,ocorrido em 2007, a "marca" Rádio Nacional, não tenha participado da edição histórica, já que a antiga Radiobrás, entendia burramente que futebol não fazia parte de um contexto mais profundo, a que chamo de CULTURA, ENTRETENIMENTO, PROFANO e POPULAR. VIDA QUE SEGUE!

Serviço-Esporte:

Rádio Nacional do Rio de Janeiro -->Dial KHz 1130 Am

Internet--> Rádio Nacional do Rio de Janeiro

Um beijo,

Isabela Guedes.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O Cantinho do Blog-As Mensagens

Olá pessoas, tudo em paz?

De uns tempos para cá, estou atualizando o blog semanalmente. Ora, às segundas-feiras. Ora, às terças-feiras.

Como de costume, checo os acessos e os comentários postados. A maioria, eu respondo. Contudo, duas mensagens me chamaram a minha atenção positivamente.

No post do dia 5 de abril de 2009, que está neste link , homenage-ei o GRANDE Sérgio Moraes, que foi um excelente narrador esportivo e é pai(pois somos imortais) do excelente repórter da rádio Tupi(KHz 1280 am). Para a minha surpresa, hoje recebi 2 comentários que valem ser repercutidos e com bastante satisfação, este blog, virou um ponto de encontro. Até penso, caso outras pessoas possam se re-encontrarem de fazer uma espécie de Cantinho do Blog, remetendo à Revista do Rádio e a um blog que eu gosto, feito pelos alunos da FACHA(Faculdades Integradas Hélio Alonso), campus Méier.

Caso as duas pessoas que me emitiram as mensagens não gostarem que eu as publiquei, por favor, sintam-se à vontade, se não gostarem, me peçam que eu as retiro.

Um abraço e muito obrigada pela audiência qualificada,

Isabela Guedes.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br
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"Anônimo disse...

Meu amigo é neto de sergio moraes , vc deve conhecer ele nome Bruno Moraes. meu nome gabriel

20 de novembro de 2002 21:25"
E...

"Anônimo disse...

Meu nome é Bruno Moraes Pacheco Dantas. Filho da Rosângela Moraes
e neto do Sérgio Moraes.

Celso, minha mãe é afilhada do teu saudoso pai, tua prima-irmã.

O que a Internet faz ...

Abraço, Bruno & Rosângela Moraes.

20 de novembro de 2009 21:45"


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Banner-Topo Novo-Agradecimento ao Anderson Luiz- do blog Teclado e Bola

Prezados,

estou muito feliz pela feitura do banner, no topo deste lugar. Quero agradecer gentilmente e com bastante humildade, ao radialista Anderson Luiz do Teclado e Bola , pelo carinho ao Blog do Rádio Carioca que, daqui a pouco, estará com 40 mil visitas em menos de 2 anos.

Obrigada a todos e em especial ao Anderson, de coração,



Isabela Guedes

blogdoradiocarioca@yahoo.com.br

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Foto radiofônica esportiva

Prezados radio-nautas,

hoje postarei uma coisa diferente. O radialista José Rezende me enviou gentilmente, os arquvos fotográficos da Era radiofônica esportiva carioca.




*Nesta imagem, na frente aparece o GRANDE radialista Orlando Baptista, maior locutor esportivo, consagrado com 14 Copas do Mundo, pela Rádio Mauá.
A última participação dele como locutor esportivo em uma Copa, fora em 2002, na Coréia e Japão, pela Rádio Nacional(KHz 1130 am), quando ganhamos o pentacampeonato mundial.


Um beijo,

Isabela Guedes.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br


Para Af Sturt

Oi Af,

tudo em paz?

Olha, eu também não sabia que Fiori era rubro-negro. Com isso, tinha uma certa ligação com o futebol caRIOca e sobretudo, com o Rio de Janeiro. Confesso que fiquei surpresa positivamente com a entrevista do eterno locutor. Como diria o locutor títular da Super Rádio Brasil(KHz 940 am), Maurício Moreira:"Vivendo e aprendendo".

Um beijo,

Isabela Guedes.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Hi, Pillandia

Hi Pillandia,

we are welcome for my blog. Thank you for your visit .

Hugs,

Guedes, Isabela.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Homenagem ao radialista Fiori Gigliotti

Prezados,

A matéria que será exposta esta semana, será uma homenagem ao saudoso "locutor da torcida brasileira" Fiori Gigliotti, um dos maiores locutores esportivos do Brasil e que fez fama nas emissoras paulistanas.

O áudio em homenagem ao locutor Gigliotti, foi retirado do site do Uol . A entrevista foi feita pelo jornalista Vagner Lima em 16 de novembro de 1999, nos estúdios da Universidade São Judas Tadeu .

Fiori, paulista da cidade de Barra Bonita. "Desencarnou" no dia 08 de junho de 2006, em plena Copa do Mundo da Alemanha. Muita poucas pessoas sabem, mas o time de Fiori tinha a ver com o Rio de Janeiro: o Club de Regatas do Flamengo.

Para os radionautas de São Paulo e de todo o Brasil, uma singela homenagem saudoso ao Fiori Gigliotti.

"E abram as cortinas do espetáculo".

Um abraço,

Isabela Guedes.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br
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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Homenagem ao "Little Boy" José Carlos Araújo

Bom dia a todos,

na semana passada, ou melhor, na segunda-feira, dia 26 de outubro, não pude comparecer ao lançamento do livro sobre o narrador esportivo José Carlos Araújo, cuja autoria é do jornalista Rodrigo Taves. Todavia, aqui vai uma indicação de livo em homenagem ao "Little Boy" e um vídeo-áudio, via Youtube, cujo autor tem o condinome "ForaCrise", foi editado em 22 de junho de 2009. Este vídeo consta o gol histórico de Petkovic, em 2001, na vitória do Flamengo sobre o Vasco da Gama, na conquista do Tri-Campeonato Estadual(1999, 2000 e 2001).

Na época, eu estava acompanhando a narração pela Rádio Nacional(KHz 1130 am), fazendo um trabalho de Literatura, com uma colega de colégio. Lembro-me bem das vozes do locutor Carlos Borges e do comentarista da Nacional, na época, o José Silvério.

Um abraço,

Isabela Guedes.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br
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SERVIÇO:

“Paixão pelo rádio — Do milésimo de Pelé ao milésimo de Romário, a trajetória de José Carlos Araújo, o eterno Garotinho” (Ed. Maquinária).



terça-feira, 27 de outubro de 2009

Texto de Teixeira Heizer- Alô... Waldir Amaral

Boa noite a todos,

há alguns meses, achei um texto no blog do Patolino, um texto do cronista e jornalista Teixeira Heizer, datado em 08 de outubro de 1997. Na época, o rádio esportivo carioca e como um todo, estava comovido com o "desencarne" devido a um infarte, do Mestre Waldir Amaral , que havia morrido no dia anterior.

As matéria e coluna eram do Jornal O Dia e se chamava "Jogo Bruto". Vale a pena recordar...

Um grande abraço e beijos,

Isabela Guedes.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br
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"Alô, Waldir..."
*Por: Teixeira Heizer


"Melhor do que Waldir Amaral no rádio esportivo, ninguém. Na linhagem de Gagliano Neto e Oduvaldo Cozzi, indentificada pelo gosto pela frase bem construída, o correto locutor goiano soube captar a sensibilidade ao torcedor tão importante quanto os protagonistas da cena- os jogadores.

Meio interjetivo, característica herdada de seu antecessor, Waldir Amaral era perfeito na manipulação das orações intercaladas. Usava-as como elemento de explicação. Manobrava com apostos e continuador, entrincheirando-os com discrição. Jogava um coletivo no princípio da oração e conseguia fazer a concordância lá na frente, com absoluta correção.

Para cada lance, uma intercalada explicativa. Para cada jogador, um atributo. Didi era o Príncipe Etíope; Telê, o Fio da Esperança; Rubens, o Costureiro de Paris; Coronel, a Maior Patente do Vasco e do jogo; Escurinho, o Boca-Negra de Minas; Valfrido, aquele atacante magrinho e comprido, coube-lhe bem o apelido de Espanador da Lua; Garrincha, o Demônio das Pernas Tortas e mil outros que desfilaram ante seus olhos neste meio século.

Estudante de Direito, conhecemo-nos em 1954. Goiano, Waldir já tinha trabalhado na Rádio Mayrink Veiga. Agora, já era reserva de Oduvaldo Cozzi, na Emissora Continental, em dupla com Sérgio Paiva. "Alô, Waldir..." era a chamada que Cozzi lançava nos ares, acionando seu locutor coadjuvante. O chamamento marcou época e perdura até hoje nos ouvidos, cinqüentões e sessentões. Brilhava nas transmissões de várias modalidades de esportes, mas confidenciou, certa vez que se emocionava mais com o basquetebol.

Narrou quase todas as Copas, até os anos 80. Orgulhava-se de ter sido o locutor da Olímpíada de 1952, em Helsinque. Em 1961, deixou a emissora Continental pela Globo, com um contrato milionário pago pela Gillete. Lá, foi locutor, chefe de esportes e diretor comercial, sempre com grande sucesso. Nos últimos tempos, transmitia lentamente. A voz perdera o viço, o peito, o vigor para os gritos nas jogadas de área. Via, entrestecido, o definhamento de sua audiência. Outro narrador, cheio de méritos-Jorge Curi- ganhava terreno na Rádio Nacional.

Como compadre e amigo, advertio- da situação perigosa pela qual passava. Lento e sem recursos vocais, ele não poderia enfrentar mais o vozeirão de Curi. Aconselhei-o a parar de transmitir a fim de não perder o trono. Deixou-me sorridente, jeito zombeteiro, e na despedida, ar de mistério, disse-me: "Você vai ver o que farei". Semana depois, sintonizei a Rádio Globo. Pois lá estava Curi transmitindo a meia com Waldir Amaral. Cada qual um tempo. Espertamente, Waldir trouxe o inimigo que o ameaçava para a mesma trincheira em que guerreava. Ali, conseguiu a proeza de comandar três temperados por nitroglicerina: Curi, Saldanha e Mário Vianna.

Por desentendimentos com os novos diretores, deixou a Rádio Globo. Tentou a Nacional, fraca em audiência e sem recursos técnicos.Inutilmente. Depois, a Jornal do Brasil, que nunca transmitira futebol. Sem sucesso.

Como profissional, Waldir captava o gosto popular como ninguém. Construía os melhores bordões visando ao seu público. Até hoje, é comum ouvir-se da boca dos mais jovens:"Tem peixe na rede". Criou um público feminino, cortejando as torcedoras, reduzindo-as com um vocabulário próprio e mexendo com a alma. Houve momentos em que sua liderança no Ibope era tal que diziam impropérios em outros canais. Sem ressonância, por sinal.

Tinha coração mole. Na Emissora Continental, os funcionários estavam com salários atrasados. Eis que Waldir solucionava o problema, pagando dos seus recursos. O reembolso viria depois. Mas foi ali, na pequenina Continental, que ele fincou sua barricada, lutou contra advversários poderosos. Venceu-os.

Exigente, ensinou locutores, comentaristas e repórteres a trabalharem com seriedade. Sustentou um espírito altamente profissional em seus comandados, dirigindo uma equipe disciplinada zeladora das normas e éticas que regem o jornalismo radiofônico. Quem não teve sorte de trabalhar com Waldir, pelo menos conhece seu comportamento profissional. E o imita.

Certa vez, despiu-se de sua condição de rei do rádio esportivo e questionou-se sobre um grave problema que o aflingia: a rouquidão. Médico nenhum dava jeito. Aconselhei-o a usar um sistema de interrupções na transmissão, através de spots rápidos com o prefixo da estação. Era o tempo suficiente para o gargarejo. Pouco a pouco, lançou musiquinhas para anunciar situações. Surgiram, então, os ingredientes que, afinal, tornaram-se obrigatórios.

Os seus imitadores não se deram conta, de que, a utilização daqueles recursos técnicos e musicais visavam a lhe permitir a jornada exigida por sua cansada garganta. "Eles embarcaram na canoa sem saber porque estavam remando daquela maneira", lembrou o esperto locutor da Rádio Globo.

Lembro-me de Waldir de todos os tempos. O da fome, na Djalma Ulrich, quando dividíamos refeições(que ele generosamente, quase sempre pagava). O do apartamento da Rua Julio de Castilhos, visitado por mil mulheres, dentro do secretismo que o assunto envolvia. A fase de sua louca paixão, a jovenzinha de 17 anos com que se casou e teve duas filhas.

Waldir Amaral a um pragmático cientista da comunicação social. Lembro-me de sua principal lição, que tanto absorvi até hoje: "Não fale o que o ouvinte não possa ver. Ele tem que imaginar e criar a cena do que você está narrando." Daí o slogan: "veja o jogo, ouvindo a Rádio Globo".

O Rei do Rádio foi assim, até o momento da sua despedida após os jogos, quando, voz rouquenha, declarava: "está deserto e adormecido o gigante do Maracanã...".

Waldir Amaral está vivo por aí, pelos campos do mundo, na voz da maioria dos narradores esportivos que ensinou a trabalhar. Para ele, o jogo não terminou.".

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Sem postagens esta semana

Galera,

boa noite pessoas,
hoje, por motivos particulares e monografia, não tive tempo e condições emocionais em preparar matérias novas no blog. Quando estiver melhor estruturada emocionalmente e menos estressada, preparo posts bacanas. Ok?

Um beijo e mil desculpas,

Isabela Guedes.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br



terça-feira, 13 de outubro de 2009

Para Af Sturt

Prezado Af Sturt,

seja sempre bem-vindo ao blog. Ele também é seu.

Um abraço,

Isabela Guedes.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Homenagem às Revista do Rádio e Rádio Nacional(kHz 1130 AM)

Oi pessoas,

na semana passada, dei uma ajuda ao pessoal blogueiro, alunos do professor Paulo Cézar Guimarães, o famoso PC, da FACHA(Faculdades Integradas Hélio Alonso), no campus Méier.

Como amante do rádio esportivo e também da Rádio Nacional carioca(KHz 1130 am), não me mantive quieta e calada e quis de alguma forma em ajudar aos alunos da cadeira de secretaria gráfica, que a cada semestre, PC pede para que todos ponham um blog novo na rua, ou melhor, na web.

O tema que PC escolheu para esta turma, foi nada mais, nada menos, do que reviver a
Revista do Rádio .




A minha humilde colaboração foi com o áudio que eu tenho da marchinha que homenageia o rádio, os artistas e suas fanzocas. O título da música é "Fanzoca do Rádio", a letra da música é de Miguel Gustavo e a data da música é de 1958, o ano que deixamos de ser "almas vira-latas", quando ganhamos o primeiro título mundial de futebol.A marcha que eu disponibilizo é da coletânea que eu tenho tanto em áudio como em vídeo, da peça-musical que eu assisti chamada Sassaricando e o Rio inventou a marchinha".

A re-edição é de 2007, devido o sucesso do espetáculo nas casas de teatro daqui do Rio de Janeiro. O gogó de ouro se chama Soraya Ravenle.
Ela é uma atriz renomada e uma baita cantora. Sou fan dela.

Vou deixar com vocês, o texto da aluna do 5º período, Jannaína Costa, que escreveu sobre a marchinha "Fanzoca do Rádio".


Um abraço,

Isabela Guedes.

blogdoradiocarioca@yahoo.com.br
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FANZOCA DO RÁDIO, A MARCHINHA DA REVISTA DO RÁDIO, por Jannaina Costa

"A Revista do Rádio chegou a ser tema de Marchinha de Carnaval, tamanha sua repercussão nos anos 50. "Fanzoca do Rádio" foi composta por Miguel Gustavo em 1958 e sua primeira versão foi cantada pelo palhaço Carequinha: ''Ela é fã da Emilinha/ Não sai do César de Alencar/Grita o nome do Caubi/ E depois de desmaiar/ Pega a Revista do Rádio/ E começa a se abanar''. A música retrata as "macacas de auditório", como ficaram conhecidas as fãs que frequentavam o programa de auditório de César de Alencar ao qual comparecia semanalmente a cantora Emilinha Borba."


terça-feira, 6 de outubro de 2009

Entrevista-Áudio com a "Voz Padrão da Nacional": Carlos Borges

A Rádio Nacional(KHz 1130 am), sempre se serviu bem de excelentes locutores. E hoje em dia, o padrão da emissora, continua o mesmo, apesar deterem poucos radialistas na função dos esportes. Contudo, na locução esportiva, para mim, a voz de Carlos Borges, me arrepia até o último fio de cabelo, tal é a emoção transmitida por esse belos radialista e voz, que carrega nas costas, no gogó e no coração, assim como eu, a paixão pela FAMOSA e formosa emissora da Praça Mauá, número 7.

Em 13 de agosto de 2009, Carlos Borges, concedeu uma entrevista para a Rádio B de Curitiba, no Paraná. O entrevistador foi o também radialista André York.

Que você tenha uma excelente audição da "Voz Padrão da Nacional", o "carimba e assina", Carlos Borges.

Um abraço,

Isabela Guedes.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br
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Para "Advoline"

Prezado "Advonline",

Em primeiro lugar, quero lhe agradecer pela sua vinda ao meu blog.

Em segundo lugar, eu concordo em todos os gêneros, que a emissora da Rua do Rússel 434, na Glória, não está vivendo em um bom momento.

Como muitos sabem, sou ouvinte de rádio há um bom tempo e para mim, a rádio Globo do Rio de Janeiro(KHz 1220 AM), perdeu a qualidade enquanto "padrão". Muitos dos radialistas morreram como o próprio citado por você como o Edmo Zarife e Waldir Amaral e uma minoria, que eu sinto, não se encaixa no perfil e a essência o que representa a RÁDIO GLOBO.

Para mim, como depoimento pessoal, o que me segura a permanecer a ouvir a "latinha" na Globo, e muito raramente, é escutar as narrações esportivas do José Carlos Araújo e SÓ. Radialistas como Washigton Rodrigues, Francisco Aiello, Marcus Vinícius,Ronaldo Castro, Pedro Costa,Élcio Venancio e Ruy Venâncio, que estão em outros "dials", e que pertenciam ao "cast" do "Padrão Globo de Qualidade" comandado pelo Zé, infelizmente, pertencem a um "presente-passado".

Como diz aquele velha marchinha de carnaval:"Quem não chora... Não mama... Dá chupeta", ou a rádio Globo se recicla e volta a ter um "Padrão Globo de Qualidade", ou estará a cada dia que passa sendo tragada pelas emissoras como Tupi(KHz 1280 AM), Nacional(KHz 1130 AM) e Tamoio(KHz 900 am), no que concerne a parte esportiva, e respectivamente, nos outros setores como música e informação.

Ah... para encerrar o meu discurso saudosista de desabafo, no que confere à emissora Globo: Não adianta conseguir comprar uma emissora de Freqüência Modular(FM) para competir com a concorrente Tupi, se não há material humano, ou seja, radialistas com competência e respeitando assim, a comunicação de fato e de direito, pelo microfone famoso da emissora, que surgiu em 02 de dezembro de 1944 pelo jornalista Roberto Marinho.

Um abraço,

Isabela Guedes.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br

domingo, 4 de outubro de 2009

Para Frank

Prezado Frank,

muito obrigada pela sua participação no meu blog. Desculpa-me pelo erro de português. Apesar do "dna" e "sangue azul-catedrático", por ser bisneta de Elpídio Pimentel, felizmente tenho o DIREITO de errar os pequenos erros. Assumi o erro e já corrigi a nomenclatura "UNANIMIDADE".

Um beijo grande,

Isabela Guedes.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br


sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Editorial: Olimpíadas em 2016 no Rio de Janeiro

Boa tarde a todos,

Enfim... Conseguimos mais uma vitória para um país "descoberto" há quase 510 anos pelos portugueses, e ao mesmo tempo desmatado pelos mesmos, devido a chacina com os verdadeiros habitantes da VELHA Santa Cruz, depois, Vera Cruz e enfim, viramos República Federativa do Brasil, no dia 22 de abril de 1500, que foram os índios.

O GRANDE escritor e saudoso Nélson Rodrigues, descreveu sabiamente há 50 anos, de que tínhamos "almas vira-latas". Éramos. Pois, o passado só fica para a história e os museus.

Hoje, dia 02 de outubro de 2009, é uma data histórica para o Brasil, mas mais precisamente, um afago à "nação" da cidade do Rio de Janeiro.
São Sebastião do Rio de Janeiro é o nome da cidade. Não é uma cidade qualquer. Foi sede da Capital Federal e das principais decisões do Brasil por mais de um século e o grande modelo das modas e costumes do Brasil. Cidade do samba, das praias, do céu, das montanhas e do futebol, ficou marginalizado não pela população humilde e maravilhosa, mas sim por comandantes palhaços, que por muitos anos fizeram desta cidade o palco de suas pilantragens e roubos contra a população e o proprio local, devem ser banidos a partir desta data especial: 02 DE OUTUBRO DE 2009, 6A FEIRA.

Que os dirigentes maiores e que à população como um todo deste BRASIL, não deitem eternamente em berço esplêndito, esperando que as coisas, as oportunidades caiam do céu, pois o trabalho da (melhora) de auto-estima começará a partir de agora;que arregaçamos as mãos e mangas, e nos unamos, cobrando das "otoridades", ou melhor, das AUTORIDADES, um País mais justo, com mais EDUCAÇÃO DE QUALIDADE E EM QUALIDADE(EM AMPLO SENTIDO), saúde e lazer e principalmente, uma ampliação da cultura- enquanto que todos nós fazemos parte de um contexto, de um todo. Quenós, estejamos todos unidos, irmandados, para que em 2016, façamos A MAIOR E A MELHOR OLIMPÍADA nesta cidade que é cunhada de "MARAVILHOSA". Caso contrário, do jeito que nós brasileiros, somos "cri-cris" e exigentes conoscos mesmos, somos capazes de chamarmos as Olimpíadas de olimPIADAS. Eu não quero que a minha cidade que nasci vire motivo de chacota.

VIVA O BRASIL! VIVA A CIDADE DE SÃO SEBASTIÃO DO RIO DE JANEIRO!!!

O Blog do Rádio Carioca, que (re)trata a história do rádio esportivo do Rio de Janeiro, espera que às emissoras radiofônicas, principalmente as públicas, como a Rádio Nacional do Rio de Janeiro(KHz 1130 am), melhore e amplie sua estrutura física e humana, pois na virada da segunda década do século 21, o Brasil, principalmente a cidade que nasci, terá 2 eventos: Copa do Mundo e as Olimpíadas.

Um abraço,

Isabela Guedes.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Breve Histórico da Rádio Tamoio e a entrevista de Wellington Campos para André York

Meados de 2009, havia uma expectativa de mais uma emissora vir para o Rio de Janeiro. Boatos iam e vinham numa velocidade de um mais de 1 giga e nada da emissora (re) surgir no dial carioca.


Eu não estava dando trela à volta da emissora, já que especulações fazem parte do cotidiano das pessoas, até que, a emissora volta ao rádio. Eis o seu nome : Tamoio(khz 900 am).


Diferentemente das emissoras de AM´s como São Paulo e Minas Gerais, a meu ver, as emissoras cariocas não se unem para tirarem as emissoras com cunhos evangélicos(não sou contra, mas tiram oportunidades de pessoas como eu, recém formada no jornalismo, de exercer a profissão que abraçou ao longo de 4 anos dentro de uma faculdade), e porem conteúdos com qualidade e quem sabe, fortalecer o (já) enfraquecido "AM"(TEM PESSOAS QUE QUEREM ACABAR COM O CANAL COMO OCORREU COM AS ONDAS CURTAS).


Na semana passada, fui com uma amiga na exposição feita pela Empresa Brasil de Comunicação(EBC), destacadas as participações das emissoras Nacional(khz 1130 am) MEC no evento. A meu ver, muito bem feita.


Bastante curiosa como sou, quando vou aos museus, compro o(s) catálogo(s) ou livro(s) refrentes ao evento presente. E daquela vez não foi diferente. Comprei uma revista do REcine, do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, abordando assim, a historicidade do rádio no Brasil e no mundo e às emissoras do Rio de Janeiro.


Esta semana, ou seja, hoje, quiro focar a Rádio Tamoio(khz 900 am) e por tabela, homenagear o novo contratado da "casa": Wellington Campos "O homem do Passarinho", que sou fan desde os idos de 1996, quando só estudava o Ensino Fundamental e escutava pelas ondas da Nacional, as pelejas horríveis que o Bangu fazia contra os "grandes", ficando assim, furiosa com as goleadas que a equipe dos "Mulatinhos Rosados" levava os "sacodes" dos adversários.


Em homenagem à Tamoio e ao Wellington, porei respectivamante, o texto do REcine e o áudio de uma entrevista, em 2 partes, que o "Mije el passarito", concedeu ao André York, para o site "Banda B", em 29 de julho de 2009.

Um abraço,

Isabela Guedes.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br



As rádios que fizeram e ainda fazem história
*Por: Renata dos Santos Ferreira


"Foram muitas as emissoras de rádio que atravessaram o dial e se perderam no tempo. Algumas sobrevivem apenas na memória de seus antigos ouvintes: de outras ainda se conservam preciosas gravações da época em que reluziam seus microfones. E há também, claro, aquelas que continuam sintonizando o nosso tempo.


É impossível esquecer todas as emissoras que foram importantes neste Brasil assumidamente apaixonado pelo rádio.Mas, sabendo o quanto estamos sendo injustos ao não mencioná-las todas, procuramos destacar algumas, na certeza de que muitas outras mereciam estar neste espaço".


Rádio Tamoio:
*Por: Renata dos Santos Ferreira


"Criada na década de 50 por Assis Chateaubrian, a Rádio Tamoio AM 900 Khz ficou na historia por seus programas de auditório e pela cobertura esportiva. Projetou grandes talentos para o rádio e a televisão. Foi uma das primeiras rádios a acompanhar a tendência a tocar música de discos. Já nos anos 70, adotou o hit parade, que logo seria copiado por outras emissoras. Disputava com a Rádio Mundial a preferência do público jovem. Vendida ao grupo cearense Verdes Mares, esteve arrendada a uma igreja evangélica. Em 2009, passou por uma reformulação que incluiu sucessos musicais e esportes na programação."









domingo, 27 de setembro de 2009

Áudio- A volta de José Carlos Araújo e a vinda de Washigton Rodrigues para a Rádio Globo(khz 1220 am) em 1984

Acredito que existam unanimidades e algumas não são burras. Uma delas é ter um ídolo na radiofonia brasileira, basicamente. Por ser carioca, o meu "pop" na "latinha", também é o ídolo da maioria. Seu nome é: José Carlos Lopes de Araújo, mais conhecido como José Carlos Araújo.

Desde a minha puberdade, eu quis ser escolhida como "a torcedora do futuro" e ir pro Maracanã comentar a partida de meu time. No entanto, esse sonho nunca chegava. Os anos decorriam e eu ía me constituindo como indivíduo e pessoa em conjunto, até ser escolhida como jornalista, por vocação.

Se Deus foi e é generoso comigo, eu agradeço de joelhos por ter conhecido profissionais da área como Waldir Luiz, Chico Aiello, Francisco Aiello, Maurício Moreira, Gerdal dos Santos, Xico Teixeira, Fábio Azevedo, Hugo Lago, Marcelo Figueiredo e tantos outros, o meu espírito protetor, assoprou-me o ouvido e não me cochicou para ser uma "Gauche da vida", pois certamente, em um determinado momento, conheceria pessoalmente nesta labuta diária que se chama a vida, o meu ídolo no rádio: José Carlos Araújo.

Existem pessoas e pessoas, pois "cada um vive no seu quadrado". Todavia, este profissional com mais de 50 anos de profissão, merece mais do que estas simples e más traçadas linhas de uma pessoa "qualquer", mas do fundo de mim,mas o Zé, é um ser humano como eu, você e outros, merece todas às homenagens e respeito das pessoas, pois além de ser formado como professor de geografia, é o Mestre do microfone esportivo e da vida-pois sempre está disposto a ajudar aos que o procuram, como foi o meu caso em um determinado momento para a minha monografia.

Dia 15 de outubro, será o Dia do Mestre. Como bisneta do professor de Português do Colégio Pedro II,Elpídio Pimentel ,sei o valor que um professor têm que ter, pois ele passa experiências(não só dos livros, mas o ensinar da vida) para nós, seres comuns em formação a vida inteira.

Em 1984, José Carlos e o comentarista Washigton Rodrigues, retorna e chega respectivamente, para a Rádio Globo(khz 1220 am). O áudio que porei, é da página que a emissora radiofônica Globo pôs na web, em comemoração dos 65 anos da emissora.

No áudio, estão César Rizzo, Kleber Leite, Loureiro Netto, o comentarista de arbitragem Mário ViaNNa, uma ponta do locutor de São Paulo, Osmar Santos e outros, no clássico entre Flamengo e Fluminense em 1984.O elenco era cunhado justamento pelo "Padrão Globo de qualidade" que foi formada por Waldir Amaral, ao longo de vários anos nos microfones cariocas. Infelizmente, a meu ver, hoje a Rádio Globo do Rio de Janeiro, é apenas uma sombra bem apagada do que fora um dia a equipe de esportes formatada pelo saudoso locutor goiano.

Para abrir o áudio, infelizmente o áudio só abre com Internet Explorer. Clique aqui e vamos viajar no "fundo da bujaca".

Um abraço,

Isabela Guedes.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Para Rodrigo Garcia

Oi Rodrigo,

tudo bem com você?

Querido, muito obrigada pelo reconhecimento com relação ao meu trabalho na web. Não sou radialista de fato, mas pode ter a certeza de que eu amo e acompanho bastante pela "latinha", os radialistas que estão no cenário do rádio esportivo e no meu coração como: José Carlos Araújo, Jota Santiago ,Antônio Jorge, Claudio Afonso, Carlos Borges, Xico Teixeira, Édson Mauro ,Ricardo Moreira, Welligton Campos,Sérgio Maurício,André Luiz Mendes, Waldir Luiz, Cristiano Menezes, Chico Aiello, Maurício Moreira, Marcelo Figueiredo, Hugo Lago, André Gonçalves, Gérson Júnior, Fábio Morais, Wilson Pimentel, Washigton Rodrigues ,André Ribeiro, Daniel Pereira, Rafael Araújo,Sidney Marinho e Gustavo Adolfo.

Estou terminando a minha faculdade de jornalismo e estou cheia de idéias para pôr o rádio esportivo de forma acessível e nas prateleiras. Ainda é um projeto. Um sonho. Mas quem sabe, saia, não acha?

Viva o Rádio Esportivo!

Um abraço,

Isabela Guedes.
blogdoradiocarioca@yahoo.com.br